O universo de um jeito que você nunca viu...: As 5 descobertas mais importantes feitas pelo tesleópio Hubble.

sábado, 1 de agosto de 2009

As 5 descobertas mais importantes feitas pelo tesleópio Hubble.



Acho que todo mundo já ouviu falar do telescópio Hubble, certo ? Para os que nunca ouviram falar, é um satélite artificial não tripulado que carrega um telescópio artificial. Esse grande telescópio detecta luz visível e infravermelha. Lançado ao espaço em 24 de abril de 1990 pela NASA a bordo do ônibus espacial Discovery. Depois desses 19 anos em operação muitas tecnologias foram criadas e melhoradas, então o Hubble ficou ultrapassado, mesmo com uma câmera super potente instalada recentemente. Devido a essa tecnologia "ultrapassada" o Hubble será desativado (Ahh, lá em casa) e será substituído pelo telescópio James Webb, mas, isso é coisa para o futuro. Aí vai a matéria:

Girando em torno da Terra à velocidade de 28.163 km/h, o Telescópio Espacial Hubble capturou algumas das mais detalhadas imagens de objetos e atividades espaciais já registradas. Mas o que o Hubble faz envolve muito mais do que a obtenção de belas imagens. Utilizando os dados por ele obtidos, os pesquisadores conseguiram realizar saltos gigantescos no que tange a desvendar os mistérios do universo.

Para celebrar o 19° aniversário do telescópio espacial, que aconteceu em abril, a Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço (NASA) dos Estados Unidos divulgou sua lista das 12 maiores descobertas científicas que foram tornadas possíveis pelas fotos que o Hubble obteve. Conheça as cinco primeiras da lista.

A primeira prova direta da existência de matéria escura
Entre as fotos, está a que mostra o chamado Bullet Cluster, ou aglomerado galáctico Bullet.

Combinada a dados obtidos por dois outros telescópios, a vista que o Hubble oferece desse aglomerado galáctico demonstra o que acontece quando dois grandes grupos de galáxias se envolvem em uma colisão. A imagem foi definida em 2006 como a primeira prova direta da existência da chamada matéria escura, uma substância ainda não identificada que, acreditam os cientistas, responda pela maior parte da massa total do universo.

"Pérolas cósmicas" localizadas em torno de uma supernova
Ainda que a supernova 1987A tenha sido observada inicialmente pouco mais de duas décadas atrás, o Hubble é o único observatório espacial em atividade que consegue distinguir cada uma das "pérolas" na incomum "gargantilha" dessa estrela morta, como esta foto obtida em dezembro de 2006 revela.

http://3.bp.blogspot.com/_T5Gki8iq3cI/SgNQ3xk6XzI/AAAAAAAAAxY/ZhNgXhwJwOs/s320/ora+a+supernova+1987+A+tenha+sido+encontrada+duas+d%C3%A9cadas+atr%C3%A1s+o+Hubble.jpg

O material de cor rosa localizado na porção média do anel representa destroços que ficaram da explosão da imensa estrela. Os astrônomos acreditam que o anel seja uma camada externa de matéria que a estrela expeliu cerca de 20 mil anos antes de se sua explosão final. A onda de choque da explosão está agora aquecendo certas porções daquele anel, o que cria as "pérolas" brilhantes. Os dois objetos brilhantes do lado de fora do anel são estrelas próximas.

Adivinhando a idade do universo
Com uma imagem que se assemelha à de um festival de vagalumes, uma foto que o Hubble obteve em 2002 mostra estrelas brancas anãs e ajudou os astrônomos a calcular a idade do universo com uma precisão até então sem precedentes.

Estrelas brancas anãs são os núcleos densos que ficam para trás quando estrelas assemelhadas ao Sol de nosso sistema morrem. Ao medir a luminosidade de algumas das mais antigas estrelas anãs brancas conhecidas, foi possível calcular que esses sóis extintos têm entre 12 bilhões e 13 bilhões de anos de idade.

Desde então, os astrônomos combinaram esses dados com estimativas sobre a idade do universo baseadas nos modelos teóricos quanto à expansão universal, bem como a mensurações mais recentes da radiação difusa liberada pouco depois do Big Bang.

Os cientistas agora afirmam com confiança que o universo tem 13,7 bilhões de anos de idade, com margem de erro de apenas algumas centenas de milhares de anos para menos ou para mais.

Júpiter leva uma surra
Duas imagens obtidas pelo Hubble e montadas como uma composição mostram um "trem" formado por porções do cometa P/Shoemaker-Levy 9 tomando Júpiter por alvo em maio de 1994 - um mês antes que 20 pedaços do cometa em extinção se chocassem contra o hemisfério sul do gigante gasoso.

O planeta sobreviveu ao ataque sem sofrer danos graves, ainda que cada uma das colisões gerasse energia semelhante à que seria liberada caso todas as bombas atômicas existentes na Terra explodissem ao mesmo tempo.

Plutão conquista alguns amigos
Em 2005, o Hubble divisou os contornos indistintos de duas luas em órbita de Plutão, o que elevou a três o número de parceiros orbitais do ex-planeta. Anteriormente, a única lua conhecida de Plutão era Caronte - o grande corpo celeste visto ao lado de Plutão na imagem abaixo-, descoberta em 1978.

http://www.aprendebrasil.com.br/imagens/noticiacomentada/060828_planeta.jpg

As duas novas luas, que receberam os nomes de Nix e Hidra, são cerca de cinco mil vezes menos visíveis que Plutão. Feliz ou infelizmente, o Hubble também teve um papel a desempenhar na demoção de Plutão ao seu status atual de planeta anão.

Imagens obtidas pelo Hubble ajudaram os astrônomos a compreender que um dos vizinhos de Plutão, Éris, na verdade é um corpo celeste de proporções maiores que as do ex-planeta, o que despertou um debate vívido quanto ao que define um planeta.
4 segundos de arcos. Esse equivalente angular é o mesmo que ver uma bola de tênis a uma distância de 100 metros.
Na imagem apar
Bem pessoal é isso, espero que tenham gostado.
Algumas minúsculas alterações foram feitas.

Detalhes da primeira imagem: Essa imagem é conhecida como
Hubble Deep Field. Ela demorou 10 dias para ser tirada (18 de dezembro até 28 de dezembro de 1995).
Ela tem 14ecem 3000 galáxias, embora algumas estejam a míseros pixels de distância. E por incrível que pareça aparecem 10 estrelas na imagem.

Obrigado pela atenção!!!

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